Escrevo para mim. Para me entender. Para entender o mundo. É o meu processo de auto-descobrimento e a minha terapia. Minha conversa comigo mesmo.

Escrevo porque, às vezes, há vida demais aqui dentro. Me atrapalha. Não pode ficar. Guardo-a, então, com todo o cuidado do mundo, em palavras. Para que outros a encontrem, a desvendem e a vivam.